18 dezembro, 2013
Para fechar a maratona Vianco de final de ano. Mas só porque não tenho mais livros dele.
Olha a capa desse livro que linda. O Banespa pegado fogo no fundo é... Sensacional.

OBS: Esse livro conta a história da noite maldita, a noite que desencadeia uma porção de coisas que são explicadas no livro Bento, você não precisa ter lido o Bento antes de ler A Noite Maldita e vice versa..

Resenha: Era para ser uma noite qualquer no mundo, mas tudo está para mudar quando metade da papulação do planeta misteriosamente dorme e entra em um estado de coma, então milhares de pessoas entram em panico por seus parentes e amigos lotando hospitais com os tais afetados pelo sono, criando um certo desespero pelos médicos e familiares já que ambos não sabem o que está acontecendo. Um cenário apocalíptico invade as ruas do mundo inteiro deixando todos sem meios de comunicação e completamente sozinhos sem saber o que esta ocorrendo. Mas fica pior quando alguns dos humanos acordados e/ou dormindo começam a ficar agitados e perigosos tornando-se vampiros sedentos de sangue e totalmente descontrolados.

Sobre o livro: A noite maldita começa tão bom quanto o Bento, mas sempre acaba perdendo um pouco da sua magia quando amanhece. O livro é dividido em 7 partes, e as noites sempre eram mais animadas. O livro contem 66 capítulos, sendo narrado sempre por um personagem especifico, começando com o Francis. 

Comentários: A noite maldita perde um pouco a magia não sei ao certo aonde, mas volta a ficar bom quando Cássio acaba passando a noite no Hospital das Clinicas, logo depois ele tem a ideia mais genial do livro e a põe em pratica, começa a levar os pacientes para um hospital mais afastado da capital, que em breve estaria infestada de vampiros e olha... isso foi muito inteligente. O PM Cássio Porto acaba ganhando um destaque especial no livro na sua estratégia e já nos capítulos dele um de seus companheiros começa a ficar louco quando vê os vampiros, diz sentir um cheiro horrivel e começa a correr atrás deles para matá-los. 
Os capítulos da Raquel são bem chatinhos no começo, mas quando ela vira vampira, ai o bicho pega. Ela vira uma das melhores vampiras sendo inteligente, rápida, forte e influente entre seus iguais, ou seja, foda. 
Como ninguém ainda está entendendo o que está acontecendo, tem aquele draminha de "não quero deixar minha família, mimimi", mas superado quando a coisa fica feia.
Em algumas partes do livro eu começava a achar que o autor estava meio perdido, estava em uma parte da noite, mas o cara olhou no relógio e marcava meio-dia. Tipo, oi??? Mas tudo bem.
André Vianco se tornou um meu novo autor pelo qual nutro uma relação de amor e ódio no momento em que deixou uma cena pela qual eu QUERIA MUUUUUUUITO VER para o próximo volume, e eu já avisei o meu descontentamento para ele, e que ele fez questão de responder com muito amor. 

É um amor de pessoa. (Ele quem começou com a intimidade)
Mas meu querido André, se você demorar muito pra escrever o próximo EU VOU TE SURPREENDER E DAR UM CONFLITO NA TUA CARA (Não, brincadeira kkkkk). Mas é sério Vianco. Não demore tanto para lançar o próximo, por favor. kkk

Duas cenas no livro que me chamaram muita atenção de tão chocantes que eram os detalhes (não é spoiler, apenas uma narração do cenário).

  1. "Do lado de fora o a tinha cheiro leve de fumaça, e quenas partículas de fuligem caiam do céu. Se os médicos e enfermeiros lá dentro ainda tinham alguma dúvida sobre a decisão de Cássio, deveriam dar uma volta do lado de fora do Hospital das Clinicas. Com o fim da garoa, nuvens de moscas se aglomeravam sobre as imensas malcheirosas poças de sangue. Os corpos dos soldados que caíram em combate na noite passada tinham sido removidos dali e enfileirados em frente ao IML. Do cenário da tragédia tinha sobrado, alem do sangue, os restos dos cavalos mortos, com as patas erguidas e rígidas estendendo-se sobre seus abdomens intumescidos, imagem que talvez fosse eloquente o suficiente aos contrários da fuga.".

  2. "Era como a visão de um pesadelo, um dos piores pesadelos que ele já tinha vivenciado. Eram corpos flutuando na superfície do rio, correndo junto à imundice e às águas da chuva. Dezenas deles. Como se um grupo imenso de uma seita tivesse resolvido, ao mesmo tempo, atirar-se ao rio cheio, suicidando-se, tirando a própria vida. Mas não era suicídio".
Vianco sempre foi muito bom e descrever cenas de luta e de tragédias.
O cara é bom. 

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