17 maio, 2012

   Logo que viraram à esquerda chegaram a um comprido corredor com algumas portas, e então a mulher do médico foi à frente para se assegurar se estavam seguros para prosseguir. Abriu à primeira porta a direita deixando o grupo em um quarto onde parecia estar abandonado, embora houvesse algumas poças de um líquido escuro nos lençóis e no chão, mas não deram importância. Ouve controversa, pois alguns não achavam certo que uma mulher se arriscasse tanto por eles, porém nada a fez mudar de idéia.
   Saiu da sala e seguiu pelo corredor, cautelosa e com medo, qualquer erro seria fatal não só para si, mas também para um grupo todo. E então o pior aconteceu, uma das portas a sua frente se abriu e não havia para onde correr, por fim o soldado Klaus apareceu. Sentiu o sangue gelar, há dias ele lhe mandava olhares de desejo e indiretamente tinha dado a entender que a queria a qualquer custo.
   Klaus a viu e com aquele conhecido olhar desejoso sob seu corpo, andou em sua direção.
   - Estava á sua procura – disse com o mesmo olhar, por mais que aqueles olhos azuis fossem enlouquecedores, naquele momento eles a assustavam. – Estava pensando em quanto tempo eu consigo deixá-la louca de prazer.
   - Eu nunca me deitarei com o senhor!
   Mas de nada adiantou tentar argumentar, em segundos estava a centímetros do homem loiro a sua frente, sendo fortemente segurada pelas costas, enquanto com a outra mão ele a apalpava.
   - Vamos ver se não.
   E então a puxou para um dos quartos, também abandonado, e não adiantava se debater, ele era um homem extremamente forte que sem esforço algum a imobilizou dando-o acesso ao ser corpo esguio.
   Beijou seu pescoço em violência enquanto com a mão livre pegou uma adaga de seu bolso. “Então era isso o líquido nos outros quartos, era sangue.” Pensou no momento em que sentiu a ponta afiada da arma corta-lhe próximo a virilha. Quando ia gritar Klaus tomou-lhe em um beijo violento, mesmo assim gritou por dentro daquela violência toda, e pensava “é o fim, serei violada e depois morta, não sou a primeira e nem serei...” Seus pensamentos foram interrompidos por um baque abafado próximo a sua cabeça, porem não a atingiu, e Klaus caiu sobre si inconsciente.
   - Se feriu? Mon Cher.
   Poderia reconhecer aquele sotaque francês a quilômetros, era Elijah, seu amante. Estava salva.

3 comentários:

  1. Nada como um final romantico eeein..
    Um começo emocionante, no qual voc passa a pensar tudo de ruim que poderia acontecer, ai vem o heroi da noite a salva a mocinha..
    Muuuito booa a história, e os nomes dos personageeens entao, nem se fala AHAHAHAHAHAH'

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    1. Final romântico? O délio quase matou o francês quando eu terminei de ler.

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  2. eu ouvi essa historia mais cedo pela voz do mixirica! :P

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